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Paraíba INCLUSÃO CULTURAL

Arte para inclusão de pessoas com deficiência será uma das pautas da Secretaria de Cultura, neste semestre

A reunião, realizada na sede da Secult, marcou o início das discussões em torno da celebração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, que transcorre em 21 de setembro.

14/07/2021 10h27 Atualizada há 3 semanas
Por: Da Redação
Foto: Codecom/CG
Foto: Codecom/CG

Com foco em transformar Campina Grande em uma cidade cada vez mais inclusiva, a atual gestão municipal tem avançado cada vez mais rumo ao cumprimento dessa meta. Nesta terça-feira, 13, o Município deu mais um importante passo nessa direção, mais precisamente na área da cultura, durante um encontro entre a secretária de Cultura, Giseli Sampaio; e a gerente da Pessoa com Deficiência, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Edna Silva; para discutir ações direcionadas à pessoa com deficiência, na pauta da Secult.

A reunião, realizada na sede da Secult, marcou o início das discussões em torno da celebração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, que transcorre em 21 de setembro. A meta é desenvolver um calendário de atividades culturais, voltadas às pessoas com deficiência.

“A premissa da Secretaria de Cultura é garantir o acesso e a inclusão de todos, nas mais variadas linguagens artísticas. Essa reunião foi de grande importância pois prospectamos ações que visam ampliar e evidenciar o talento iminente em cada pessoa. A arte tem o poder de contribuir na formação das pessoas e nós vamos atuar de tal forma a garantir que isso aconteça”, disse Giseli Sampaio.

Para Edna Silva, a cultura tem o poder de socialização e inclusão e é capaz de promover a conexão entre todos, através da arte. “Enxergamos a arte como uma grande aliada para a inclusão das pessoas com deficiência. Com esse trabalho que estamos iniciando, queremos proporcionar espaços para o autoconhecimento, bem como a quebra de paradigmas e capcitismo”, frisou.

Dessa forma, segundo Edna, o poder público poderá contribuir para o desenvolvimento global das PCDs, na socialização com seus pares, familiares e demais grupos que compõem a sociedade. Por outro lado, também incentivará a construção de um olhar mais empático, com equidade. “O corpo fala diferentes linguagens, apenas é preciso um olhar mais aberto para entender”, concluiu.

Fonte: Codecom/CG

 

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