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Brasil COVID-19

Pfizer antecipa entrega de 600 mil doses infantis, diz Queiroga

Total de doses para o público entre 5 e 11 anos será de 4,3 milhões em janeiro, segundo projeção do ministro da Saúde.

10/01/2022 às 10h49 Atualizada em 11/01/2022 às 19h12
Por: Da Redação
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Foto: Igo Estrela/Metrópoles
Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o laboratório Pfizer antecipou a entrega de 600 mil doses de vacinas infantis contra a Covid-19, doença causada pelo coronavírus.  

Nesta segunda-feira (10/1), o ministro informou, ao conversar com jornalistas na sede da pasta, em Brasília, que o total de doses para o público entre 5 e 11 anos será de 4,3 milhões em janeiro.

A previsão do Ministério da Saúde é de que a campanha de imunização para essa faixa etária comece na segunda quinzena do mês.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em 16 de dezembro, a aplicação da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos. Contudo, somente em 5 de janeiro o governo apresentou um calendário para a campanha.

Segundo a equipe técnica da agência, as informações avaliadas indicam que a vacina é segura e eficaz para o público infantil, conforme solicitado pela Pfizer e autorizado pela Anvisa.

A tampa do frasco da vacina virá na cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e também pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas. Para os maiores de 12 anos, o imunizante, que será aplicado em doses de 0,3 mL, terá tampa de cor roxa.

De acordo com o planejamento do Ministério da Saúde, foram encomendadas mais de 20 milhões de vacinas pediátricas da Pfizer para essa etapa da imunização.

Polêmica

O presidente Jair Bolsonaro (PL) é contra a vacinação infantil e defende a exigência de prescrição médica para a aplicação do imunizante em crianças. Na contramão, o Ministério da Saúde desistiu da exigência.

Nos últimos dias, Bolsonaro tem atacado a vacina e levantando suspeitas — infundadas — sobre a eficácia e a segurança do imunizante infantil. Anvisa e entidades médicas têm repudiado a atitude do presidente.

Fonte: Metrópoles

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