Três anos de saudade


Em 29/11/2019

 



Foto: Veja.abrilTrês anos que o futebol não teve uma camisa, não teve uma cor. Mesmo com tanta rivalidade, o país se pegava repleto de emoções de peças daquelas que o destino prega, não era da forma que queríamos, mas nos pegou. Mesmo se passando meses, dias, horas, minutos da pior das notícias, não conseguimos nos acostumar com a ausência daqueles que partiram deixando tanta saudade aqui. São três anos que vidas foram interrompidas, famílias foram destruídas.

 

Perdemos jogadores com talentos indiscutíveis, que faziam a alegria da sua torcida com a bola nos pés, ou com defesas de tirar o folego. Três anos que o jornalismo brasileiro perdeu grandes nomes, profissionais que faziam da comunicação a maior prova de que quando se trabalha com o que ama es feliz. Três anos que um pai falou para seu filho até logo e nunca mais voltou, que um filho se despediu da mãe sem saber que aquele seria seu último adeus, três anos que uma esposa assumiria a responsabilidade de uma família sozinha.

 

Os últimos instantes passados com eles foram de extrema alegria, eles sempre terão um lugar especial em nossa memória. As Lembranças na maioria das vezes serão com um sentimento de alegria, mas às vezes com marcas de profunda tristeza e extremo pesar.

 

Pessoas inspiradoras e donas de corações sem igual jamais cairão no saco do esquecimento. E podem passar mais três e até mais trinta ou trezentos anos, que enquanto existir história a de vocês serão lembradas, nossos eternos guerreiros que hoje fazem do céu o seu gramado.

 

FONTE: JANAYNA CARVALHO / COLABORADORA DA REDE PRIMEIRO MINUTO

GRADUANDA EM JORNALISMO 

COLUNISTA DO RAINHAS DO DRIBLE

CONTATO:

INSTAGRAM/@JANAYNACARVALHO1



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